Pesquisa e Formação em Mídia-Educação Física

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11 - POSSIBILIDADES DIDÁTICAS DE ARTICULAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA E O CINEMA 11 - POSSIBILIDADES DIDÁTICAS DE ARTICULAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA E O CINEMA

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FERRARI, Rodrigo Duarte. Possibilidades didáticas de articulação entre a Educação Física e o Cinema através da intercorporeidade. In: BRUGGEMANN, Angelo Luiz; BIANCHI, Paula; SANTOS, Silvan Menezes dos. Pesquisa e Formação em Mídia-Educação Física. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 120-134, 2016.

RESUMO

Educação e Cinema são campos teóricos e práticos distintos, porém, se cruzam desde o século XX, período em que o cinema foi inventado e desenvolvido, escreve Xavier (2008). Segundo o autor, esta união se materializa porque ambos fazem parte dos processos de formação cultural e social. De acordo com Fantin (2011), o uso mais comum do cinema é como instrumento didático, por exemplo, quando professores utilizam os conteúdos de filmes com suas disciplinas ou temas de aulas. Outra possibilidade é abordar o cinema como objeto de estudo, isto inclui o ensino-aprendizagem da linguagem cinematográfica, da experiência estética e do exercício da reflexão crítica. Pode-se também educar através da produção cinematográfica, proposta em que a centralidade é a experiência da prática do cinema pelos professores e alunos. Estas dimensões não são categorias isoladas e muitas vezes, todas elas se articulam numa mesma proposta, que segundo Fantin (2011) pode ser denominada de educação com e sobre o cinema.

12 - DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ÀS PRÁTICAS 12 - DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ÀS PRÁTICAS

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BIANCHI, Paula; PIRES, Giovani De Lorenzi. Das Políticas Institucionais às Práticas: entre o tecnológico e o pedagógico. In: BRUGGEMANN, Angelo Luiz; BIANCHI, Paula; SANTOS, Silvan Menezes dos. Pesquisa e Formação em Mídia-Educação Física. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 135-147, 2016.

RESUMO

Considerando a onipresença das tecnologias de informação e comunicação (TICs) em todas as dimensões da sociedade, os usos intensos dessas tecnologias e as novas formas de educar e de aprender que resultam da utilização das ferramentas tecnológicas e suas repercussões na educação escolar, a formação de professores no âmbito das TICs se constitui como objeto de estudo de algumas investigações realizadas por pesquisadores no contexto nacional e internacional, como Fantin (2012) e Karsenti, Villeneuve e Raby (2008).

13 - SENSIBILIDADE NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR 13 - SENSIBILIDADE NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR

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FIAMONCINI, Luciana; PIRES, Giovani De Lorenzi. Sensibilidade na formação do professor: experiências na Educação Física. In: BRUGGEMANN, Angelo Luiz; BIANCHI, Paula; SANTOS, Silvan Menezes dos. Pesquisa e Formação em Mídia-Educação Física. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 148-159, 2016.

RESUMO

Para discutir o tema da sensibilidade remete-se, inicialmente, à modernidade como a era da eficiência, da racionalidade, da instrumentalização da sociedade e do ser humano, tendo consequências para a formação humana como o embotamento da sensibilidade, e sua desvalorização como experiência formadora. Diante disso, buscou-se a perspectiva de formação pautada a partir da Bildung, termo alemão que se refere à autodescoberta, a autoformação. Então, foi destacada a importância do desenvolvimento da sensibilidade na formação humana pela experiência apontada por Larrosa (2002), que se refere “ao que nos toca ou nos acontece” e, isso requer, nas palavras do autor...

14 - SE-MOVIMENTAR: PERCEPÇÃO, SAÚDE E MOVIMENTO NA ESCOLA 14 - SE-MOVIMENTAR: PERCEPÇÃO, SAÚDE E MOVIMENTO NA ESCOLA

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CARDOSO, Carlos Luiz. Se-Movimentar: percepção, saúde e movimento na escola. In: BRUGGEMANN, Angelo Luiz; BIANCHI, Paula; SANTOS, Silvan Menezes dos. Pesquisa e Formação em Mídia-Educação Física. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 160-172, 2016.

RESUMO

Era observando o cosmos que os primeiros filósofos lançavam perguntas e, consequentemente, suas respostas têm sido temas filosóficos até hoje. Dessa ideia inicial, tanto o cosmos quanto o ser humano vêm sendo motivos de questionamentos: Como começou o universo no qual vivemos hoje? De onde veio e como o homem mora nesse planeta? O mundo sempre existiu antes de tudo? Portanto, os estudos sobre o ser humano ganham um campo denominado antropologia, que, juntamente com as novatas áreas científicas como psicologia e sociologia, forma um campo de investigação com maior amplitude nos dias atuais, mas parece não ter ainda as respostas para a imensidão daquelas primeiras questões gregas e também das que emergem nessa época.

15 - QUANDO O ESPORTE-DA-MÍDIA VENDE SONHOS E DESEJOS 15 - QUANDO O ESPORTE-DA-MÍDIA VENDE SONHOS E DESEJOS

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LISBÔA, Mariana Mendonça; PIRES, Giovani De Lorenzi. Quando o Esporte-da-Mídia vende sonhos e desejos: publicidade e infância na Copa do Mundo da fifa /2014. In: BRUGGEMANN, Angelo Luiz; BIANCHI, Paula; SANTOS, Silvan Menezes dos. Pesquisa e Formação em Mídia-Educação Física. Florianópolis: Tribo da Ilha, p. 173-186, 2016.

RESUMO

Há algum tempo, vem sendo de nosso interesse o estudo das relações imbricadas entre a cultura midiática e a Educação Física (LISBOA, 2003; 2004; 2007; LISBOA; PIRES, 2012), especialmente, a partir do entendimento do esporte tele-espetáculo (BETTI, 1998) e do esporte-da-mídia (BETTI, 2001; PIRES, 2002), no contexto das crianças escolares. Em nossa pesquisa de mestrado, intitulada Representações do Esporte-da-Mídia na Cultura Lúdica das Crianças (LISBÔA, 2007), destacamos que o esporte retratado nos meios de comunicação não representa a totalidade de expressão deste fenômeno cultural, com alguns prejuízos para o esporte educacional e de participação, em virtude de sua exploração espetacular e mercadológica subserviente aos interesses da mídia, que molda uma visão do esporte adequada aos seus propósitos e que, extrapolando os eventos esportivos, penetra nos mais variados programas, incluindo as publicidades. Neste contexto, as representações do esporte-da-mídia em que se privilegia a competitividade, o individualismo, a obediência às regras e a mercadorização, envoltos em um discurso “positivo-funcional” do fenômeno esportivo, compartilham espaço na cultura lúdica das crianças com sentidos/significados de resistência e contradição, fruto de suas ressignificações e interpretações infantis que ocorrem na ação concreta das crianças a partir das múltiplas mediações.