Londres 2012 na mídia sergipana

LONDRES 2012 NA MÍDIA SERGIPANA

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06 - CAPÍTULO 3: "SUA INTERNET COM MUITO MAIS VANTAGENS E SABENDO DE TUDO SOBRE NOTÍCIAS" 06 - CAPÍTULO 3: "SUA INTERNET COM MUITO MAIS VANTAGENS E SABENDO DE TUDO SOBRE NOTÍCIAS"

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ARAGÃO, Paula; SANTOS, Silvan Menezes. "Sua internet com muito mais vantagens e sabendo de tudo sobre notícias, esportes e entretenimento": investigando dois portais digitais sergipanos e o conteúdo sobre as olimpíadas de Londres/2012. In: MEZZAROBA, Cristiano et al (Org.). As Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2012 na mídia sergipana: investigando estratégias de agendamento e a mobilização da dialética global-local. São Cristóvão: Editora UFS, p. 69-99, 2014.

RESUMO

A circulação da informação na sociedade contemporânea não é mais a mesma de tempos passados. Aquelas maneiras de transmissão interpessoal face a face, as interações mediadas tecnologicamente como via telégrafo e telefone e a veiculação unidirecional, tradicional dos meios de comunicação de massa como o Jornal, o Rádio e a Televisão, convergiram através das tecnologias digitais e transformaram o processo informacional e comunicacional entre os emissores e receptores das mensagens. Sendo assim, a funcionalidade do jornalismo, campo de intervenção social específico na produção e veiculação da notícia/informação também foi afetado sofrendo importantes alterações.

07 - CAPÍTULO 4: OLIMPÍADAS DE LONDRES 2012 07 - CAPÍTULO 4: OLIMPÍADAS DE LONDRES 2012

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GARCIA, Luciana Carolline Pina; SILVA, Renato Izidoro; SANTOS, Anderson Pereira. Olimpíadas de Londres 2012: o que não se fala e o que não se vê no "Jornal do Estado" em Sergipe. In: MEZZAROBA, Cristiano et al (Org.). As Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2012 na mídia sergipana: investigando estratégias de agendamento e a mobilização da dialética global-local. São Cristóvão: Editora UFS, p. 101-115, 2014.

RESUMO

Consideramos, por conseguinte, que a pesquisa está inserida em um contexto de análise da chamada “década dos megaeventos esportivos”. Sabe-se que o Brasil vem recebendo grande atenção mundial no que se refere ao cenário esportivo, certamente porque o mesmo sediou a Copa das Confederações (2013) e ira sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas e Paraolimpíadas em 2016. Em 2012, portanto, ano olímpico que culminou como uma “preparação brasileira” para sediar os Jogos Olímpicos de 2016, tivemos, em Londres/Inglaterra, a exacerbação do fenômeno esportivo nas suas múltiplas facetas, articulando, para isso, os mais variados setores, como econômico, cultural, político, educacional e, claro, esportivo; todos estes apresentados para a sociedade brasileira por meio das diversas mídias sejam elas, televisiva, impressa ou digital.

08 - CAPÍTULO 5: ESTUDO DE RECEPÇÃO COM PROFESSORES 08 - CAPÍTULO 5: ESTUDO DE RECEPÇÃO COM PROFESSORES

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MEZZAROBA, Cristiano et al. Estudo de recepção com professores de Educação Física: em pauta as olimpíadas e paraolimpíadas/2012 na mídia sergipana. In: MEZZAROBA, Cristiano et al (Org.). As Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2012 na mídia sergipana: investigando estratégias de agendamento e a mobilização da dialética global-local. São Cristóvão: Editora UFS, p. 117-152, 2014.

RESUMO

É fato, com a chamada “década dos megaeventos esportivos”, o Brasil passou a atrair as atenções mundiais. Primeiro por ter sediado os Jogos Pan-americanos (em 2007 na cidade do Rio de Janeiro) que “abriu as portas” para o cenário internacional e as atenções político-econômica esportivas; segundo, com a realização da Copa das Confederações (2013) – que se configurou como um preparativo para a Copa do Mundo de 2014. Terceiro, a perspectiva da realização dos Jogos Olímpicos (JO) e Jogos Paraolímpicos (JPO) em 2016, na capital fluminense. Com isto, o Brasil passou a se destacar não só no cenário esportivo como político, social e econômico.

09 - CAPÍTULO 6: UM OLÍMPICO PARAOLÍMPICO 09 - CAPÍTULO 6: UM OLÍMPICO PARAOLÍMPICO

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ZOBOLI, Fabio et al. Um olímpico paraolímpico: uma análise midiática da participação de Oscar Pistorius nas Olimpíadas de Londres 2012. In: MEZZAROBA, Cristiano et al (Org.). As Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2012 na mídia sergipana: investigando estratégias de agendamento e a mobilização da dialética global-local. São Cristóvão: Editora UFS, p. 153-187, 2014.

RESUMO

O corredor sul-africano Oscar Pistorius ficou conhecido no cenário esportivo mundial por não ter as duas pernas e utilizar próteses finas, feitas de fibras de carbono. Pistorius foi o primeiro corredor paraolímpico na história do atletismo a competir em uma olimpíada com corredores ditos “normais”. Este feito ocorreu em 2012, em Londres, durante aquela edição dos Jogos Olímpicos. Enquanto muitos elogiam a participação do referido atleta na Olimpíada, outros criticam, gerando uma polêmica em relação à sua classificação para tal evento esportivo, devido às suas próteses, o que configura Pistorius como um ser híbrido na fusão de seu corpo (natural) com a prótese (artificial) – carne e silício.

10 - SOBRE OS AUTORES 10 - SOBRE OS AUTORES

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